Trago um segredo nos olhos que nenhum mortal é capaz de desvendar
Desejos malignos, doce tentação...
Planos obsessivos, interminável perseguição...
Ninguém retira essa tristeza de meu olhar
Essa é a única forma que sei de amar.
Minha sanidade é única
sou o carrasco da vez
O teu sangue é meu vinho,
Doce amargor em minha boca.
Minha sanidade é única
Um gole de cada vez
Nas trevas, o meu refúgio...
Minha mórbida lucidez.
(***)
sábado, 23 de maio de 2009
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